Blog de Ronaldo Coelho Teixeira


12/07/2012


Para quem tem sede... De Poesia!

 

A Feira Literária Internacional do Tocantins – FLIT é uma realidade. Está consolidada depois de anos seguidos tendo suas edições realizadas e, ainda mais neste, com a descentralização da mesma em algumas das principais cidades do Estado. Apesar de que muita coisa pode ser melhorada para sua otimização e definitiva permanência no calendário cultural tocantino. Mas, sem recalques, quero falar de outra coisa. Quero falar da poesia que poderia invadir nos dez dias corações e mentes das pessoas: visitantes, promotores, vendedores e trabalhadores das mais diferentes classes sociais e culturais que, na verdade, fazem esta grande Feira.

É da sede que quero falar. Da sede que nos seca. A seca de tudo: de saúde, de educação, de segurança, de cultura, de devaneios, de vôos e realizações. Sim, porque cada um pode (quase) tudo. O caminho é que geralmente poucos conseguem encontrar. E esse mote me veio ao sentir a danada numa visita à Feira (fui lançar o meu livro de poesia “Para que o Fantástico não se Ausente”, fruto do Prêmio Maximiano da Mata Teixeira - 2011, publicado por meio do Edital da Secretaria de Estado da Cultura do Tocantins – SECULT e da Fundação Cultural do Estado do Tocantins – FUNCULT, via Fundo Estadual de Cultura.

Em pleno mês de julho, nesse verão tocantinense de muito calor e baixa umidade do ar, ninguém escapa da danada da sede. E foi tentando saciar a insistente num dos vários bebedouros da Saneatins instalados ao longo das estações da Feira é que pintou este insight. Me deparei com um copinho diferente. Mas não era um copo, era mais um saquinho feito, se não me engano, de papel (reflorestamento? Claro, afinal, estamos na Era Xiita do Politicamente Correto). Peguei o danado, abri, pus água, bebi e guardei o tal.

Depois, eureca! Pensei: porque não aproveitar o tal saquinho para divulgar a poesia tocantinense e incentivar a leitura, já que estamos no meio de uma feira de livros? Simples, de um lado há impressa apenas a palavra “Foz” e, abaixo, a logo da Saneatins. No outro lado, nada. Neste, poderia se imprimir poemas curtos (ou trechos) de poetas de todo o Estado. Afinal, quantos milhares (milhões) desses saquinhos são confeccionados? Grande sacada, não? (Opa! Perdão pelo pobre trocadilho).

Mas deixando de lado o trocadalho do carilho cometido, se o responsável pela renomada empresa de água e esgoto topar, estou pronto para tocar o projeto que, inclusive, já me sentindo curador do mesmo, me dei a ousadia de nomear: “Para quem tem sede... De Poesia!” E aí é só sair matando a sede de água (boa e potável) e de cultura que o nosso povo tocantino tanto necessita.


 

 

Escrito por Ronaldo Coelho Teixeira às 12h16
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

11/07/2012


Vinheta Relativista 2

 

A vida e seus inexplicáveis processos,

onde beleza e inteligência nada dizem

e uma carência pode levar aos excessos.

(Do livro: "Transwebhumanas - Vinhetas & Baladinhas Poéticas. No prelo. Ilustração: http://grupo-seeb.blogspot.com.br/2011/12/excesso-de-carencia-pode-se-transformar.html)

Escrito por Ronaldo Coelho Teixeira às 12h46
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Perfil



Meu perfil
BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Música
Outro -

Histórico